Seis áreas, e o momento em que cada uma entra.
Uma empresa não precisa das seis ao mesmo tempo. Precisa da certa, na altura certa, escolhida por quem já sabe o que as outras cinco vão fazer a seguir.
Marcar sessão (abre num separador novo)A estrutura fiscal que tens hoje foi desenhada num momento do negócio que já passou. Lemos o que lá está, e desenhamos o caminho legal que serve o momento em que estás.
Quando aparece
- A empresa começou a dar lucro, e a pergunta passou a ser como tirar o dinheiro de lá.
- Recebes o valor a pagar, e nunca a explicação de como se chegou a ele.
- Está uma decisão grande em cima da mesa, e a conta fiscal só vai aparecer no fim.
O que sai daqui
- A leitura da estrutura que tens, e o que ela te está a custar sem necessidade.
- O caminho alternativo, dentro da lei, com os passos por ordem.
- Quem trata de cada passo, e quando.
O trabalho que tem de estar feito todos os meses, feito todos os meses. Com uma leitura técnica por cima, que é o que separa cumprir de cumprir bem.
Quando aparece
- O fecho do mês chega depois de já teres tomado a decisão que ele devia ter informado.
- A empresa passou a faturar noutro país, e as obrigações deixaram de ser só as portuguesas.
- Cresceste, e o que servia quando eras pequeno começa a deixar coisas por apanhar.
O que sai daqui
- As obrigações mensais e anuais cumpridas dentro do prazo legal.
- Números que chegam a tempo de servirem para decidir.
- As mesmas pessoas a ver o que os números dizem sobre a tua estratégia fiscal.
Uma segunda empresa resolve problemas e cria outros. Antes de a abrires, vale a pena ter os dois lados escritos.
Quando aparece
- Vais abrir uma segunda atividade, e não sabes se ela leva empresa nova.
- Há sócios a entrar ou a sair, e a estrutura atual foi feita para outra configuração.
- Ouviste falar de holding, e ninguém te disse o que ela obriga a fazer todos os anos.
O que sai daqui
- A resposta a se a estrutura nova compensa, com o custo de a manter à vista.
- O desenho da estrutura, se compensar, e a ordem dos passos.
- O que fica igual, que costuma ser mais do que se pensa.
O contrato que assinas hoje tem consequências fiscais em janeiro. Quem o escreve devia saber isso antes de o escrever.
Quando aparece
- Vais assinar com um cliente grande, e o contrato veio escrito por eles.
- Tens uma marca a proteger, e ainda não está registada.
- Vendes online, e os termos do site vieram de outro sítio qualquer.
O que sai daqui
- Contratos escritos ou revistos por quem sabe o que eles fazem à tua conta fiscal.
- O registo de marca tratado do princípio ao fim.
- Termos, condições e política de privacidade escritos para o teu negócio.
O que a empresa gera acaba por chegar a ti. O que acontece a partir daí decide-se antes, e não no dia em que o dinheiro sai.
Quando aparece
- Tens dinheiro parado na empresa, e a conta à ordem é o plano.
- Queres começar a construir património fora do negócio, e não sabes por onde.
- A tua reforma depende inteiramente de a empresa continuar a correr bem.
O que sai daqui
- Os cenários possíveis, com o que cada um implica em impostos e em risco.
- A ordem por que faz sentido dar os passos.
- Um plano que serve a pessoa, e não só a empresa.
Financiar o crescimento e comprar um imóvel são decisões que se preparam nas contas, meses antes de haver um banco à frente.
Quando aparece
- Precisas de financiar o crescimento, e o banco vai começar por olhar para as tuas contas.
- Estás a comprar ou a vender um imóvel, e a parte fiscal ainda não entrou na conversa.
- O crédito que tens hoje foi negociado noutro momento da tua vida.
O que sai daqui
- Intermediação de crédito, com certificação do Banco de Portugal.
- A operação imobiliária acompanhada da procura até à escritura.
- A leitura fiscal da operação, feita antes de ela acontecer.
Nenhuma destas áreas se decide sozinha.
É por isso que a conversa começa toda no mesmo sítio. Uma sessão, sem custo e sem compromisso, para perceber quais é que o teu caso puxa.
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